terça-feira, 12 de dezembro de 2017

DISCURSO: Vereador Adhemar Freitas Jr. faz discurso clássico da tribuna da Câmara de Vereadores


Vereador Adhermar Freitas Jr. da tribuna fazendo um discurso clássico e sem ofensa

Imperatriz – No último dia (05), ao fazer uso da tribuna Freitas Filho para os seus pronunciamentos, superando o lamentável episodio da visita surpresa do prefeito Assis Ramos (PMDB) na sessão do dia (28) quando era debatido o veto a um Projeto de Lei, o parlamentar do (PSC) fez um discurso “clássico” sem ofender e sem agredi a pessoa alguma.  
Veja na integra o discurso do vereador Adhemar Freitas Jr, que foi ovacionado pela beleza e sem ofensa que foi o seu discurso:
“No dia (28), terça-feira, vivenciamos um fato inusitado distante dos costumes da arte de governar”.
“A figura do chefe do Poder Executivo, pessoa que representa naquela passagem de tempo pelo cargo o próprio poder com todas as características inerentes”.
Nos estados mais antigos onde a tradição e até mesmo as leis são produzidas mais pelos costumes (commow-law) que pelos escritos pontuais existem os gestos do poder, as expressões. Observe a imensidão de protocolos Reais que, por exemplo, tem a realeza Inglesa: o simples gesto de estender a mão espalmada para cima ou para baixo possui significados diversos.
São nas tradições culturais do Poder que os receptadores da mensagem de forma consciente ou inconsciente fazem suas interpretações.
Portanto, os gestos corporais e o comportamento protocolar dizem muito mais que muitos discursos.
E partindo dessa premissa afirmo que descumprir protocolo, ou quebrar protocolo, pode gerar 2 resultados: aproximação diante do ato informal que gera descontração ou o uma mensagem contrária ao que manda o protocolo.
E foi a mensagem errônea que muitos tiveram com a “quebra de protocolo” – o envio da mensagem de imposição.
Diante do fato, uma explosão de pensamentos de resistência ao ato... os pensamentos voltados na manutenção e respeito a esta Casa que converge com os princípios basilares da política onde já afirmava Aristóteles.
“A base de um estado democrático é a liberdade e esta liberdade não pode ser violada”.
O momento passou. As justificativas e explicações vieram de forma simples, humilde e sábia de quem ainda, assim como eu, aprende no cotidiano a arte da Política.
Não deixarei me invadir pelas vaidades do cargo, não deixarei que a vaidades interfiram no objetivo, nem colocarei a cidade em segundo plano; outros erros virão, podem surgir de qualquer parte.
Cercaremos-nos de um bom conselho e estarei cada vez mais seguro e prudente sem deixar o vigor, a ousadia e a defesa do mandato do cargo, da Casa e das liberdades se esvaírem.  
Vereador, advogado e vice-presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Câmara Municipal da segunda maior cidade do estado maranhense, município este, que tem à honra e o prazer de ser banhado pelas águas “cristalinas” do majestoso Rio Tocantins.

Por: Joãozinho Cézar “DRT” nº 1730/Ma.


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